Gato, cachorro, cavalo, tartaruga… Quem nunca teve um bichinho de estimação dentro de casa quando criança? Claro que o cavalo não ficava exatamente em casa, mas ainda assim era o amor da vida de muitos pequeninos.
Criar animais, além de ser uma terapia para todos os membros da família, ajuda no desenvolvimento emocional e social dos filhos pequenos. Se o relacionamento entre criança e animal é feito de forma saudável, a dupla ganha o dobro em diversão, entretenimento e aprendizado, além de ser útil para espantar a solidão em casos de filhos únicos.
A empresária Natália Beteghelli Larizza tem dois filhos: Beatriz, com quase três anos, e Pietro, com cinco meses. Os cachorros Neneco e Bebel, o coelho Caramelo, a jabuti Marry, o passarinho e os vários ramsters também dividem a casa com as crianças. “Sempre tive animal de estimação e com a chegada das crianças ficou ainda mais importante a presença deles. A Bia já sabe que é preciso alimentar a jabuti, adora brincar com cachorros e o coelho, e os ramsters (que no início eram apenas dois), foi ela quem quis. Em breve teremos também com a gente o Apolo, um pônei pelo qual ela se apaixonou”, contou.
De acordo com o veterinário Paulo Corte, os animais domésticos mais comuns são cães e gatos e, na maioria das vezes os donos são os adultos. “Eles (os adultos), se conscientizados adquirem ou adotam um animalzinho e presenteia o filho. É desta forma que ele orienta a criança de como tratar o animal e mostrar que ele será o proprietário responsável”, contou.
Para se ter um animal de estimação é necessário em primeiro lugar ter a responsabilidade de será bem cuidado, bem nutrido e ter sempre as vacinas em dia. Paulo explica ainda que a adequação de espaço e toda a logística para que o animalzinho tenha excelente qualidade de vida também são essenciais.
“Costumo dizer que existem duas coisas que não consigo viver sem: meus filhos e meus bichos. Passe o tempo que passar, sei que eles estarão sempre ali, cheios de amor sem querer nada em troca”, disse Natália.
