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15/09/2018 ás 20h07 - atualizada em 15/09/2018 ás 20h13

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Vitória / ES

Candidatos ao Governo do ES são sabatinados na Ales
Sucessão 2018
Candidatos ao Governo do ES são sabatinados na Ales

Os candidatos a governo do estado participaram na tarde desta quinta-feira de uma sabatina realizada na Assembleia Legislativa (ALES), por meio de uma campanha de voto consciente destinada a todos os servidores públicos do país.


 


A sabatina foi realizada em três blocos, onde cada um dos seis candidatos respondeu cinco perguntas cada.


 


O objetivo do evento foi conhecer as propostas dos candidatos que versam sobre temas cruciais para o desenvolvimento da sociedade, como serviços públicos, tributação, saúde, educação, segurança, transparência e controle social.


 


André Moreira (PSOL), Aridelmo Teixeira (PTB), Carlos Manato (PSL), Jackeline Rocha (PT), Renato Casagrande (PSB) e Rose de Freitas (PODEMOS) apresentaram suas opiniões sobre as temáticas, de acordo com as perguntas feitas a eles. Os questionamentos foram elaborados pelas entidades que compõe a Pública-ES que estiveram presentes na sabatina.


 


Populares também puderam enviar as questões via aplicativo, e foram condensadas a cada candidato. Confira alguns posicionamentos marcantes dos candidatos nesta tarde:


 


“Economicamente falando, qualquer incentivo fiscal, por definição, é burro. Mas qual é a regra do jogo? Pra ganhar eu tenho que chutar a canela e enfiar o dedo no olho pra atrair investimento. Se eu não fizer, automaticamente, vai sobrar o que pra nós?”


Refletiu o candidato Aridelmo Teixeira(PTB) a respeito das possibilidades de combate a sonegação de impostos.


 


“Eu vi projetos no Estado do Espírito Santo, dizendo que estavam mudando a saúde pública. Inventaram terceirização. É uma maneira de dizer ‘oh nós não damos conta, você toma conta’. Porque colocar cargos políticos e não especialistas e técnicos para tomar conta da saúde? Quem entende, quem tem um compromisso final, quando o sonho falta”.


Rose de Freitas (PODEMOS) falando sobre o uso do trabalho terceirizado na saúde.


 


“Aqui no estado do Espírito Santo o modelo da escola viva não contempla, de fato, a juventude, o ensino médio, os trabalhadores da educação, e toda comunidade escolar, porque ele exclui uma parcela muito grande dessas comunidades e nas localizações que foram transformadas”.


Jackeline Rocha (PT) sobre as necessidades de uma escola atrativa para os jovens que estudam em tempo integral.


 


“A polícia militar não tem sido valorizada em hipótese nenhuma. O que nós vamos fazer, é, primeiro, resgatar a autoestima do policial. Tem mais de mil policiais militares em atestado médico. Temos que dar condições de trabalho, policial tem que ter um colete, um revolver, uma bala, tem que estar em um carro e ter uma retaguarda jurídica para trabalhar”


Disse o candidato Carlos Manato (PSL), sobre a situação da segurança e a necessidade de resgatar a autoestima dos policias.


 


“Para nós o serviço público é instrumento estratégico de garantia de direitos. O nosso modelo de estado, inclusive, discutiu isso quando formulou o programa. O que chamados de ideal é quando os serviços públicos garantem que a maior parte da população, que não tem condições de ter saúde privada, educação privada, morar em condomínios fechados, onde se garanta a segurança, tenham o gozo dos direitos fundamentais”.


André Moreira(PSOL), destacando suas propostas para o serviço público.


 


“A diretriz não pode ser a terceirização. Nós tivemos, no nosso governo, terceirizações. O Hospital Jaime Santos Neves, por exemplo, é gerenciado por uma organização social. Mas não pode ser a prática e a busca de 100% das unidades de saúde nessa situação”.


Renato Casagrande (PSB), sobre a terceirização da saúde.

FONTE: Hoje ES

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