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Política

07/01/2018 ás 13h35 - atualizada em 07/01/2018 ás 14h41

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Redação

Teresina / PI

Partidos iniciam debates sobre alianças para as eleições proporcionais
Coligações
Partidos iniciam debates sobre alianças para as eleições proporcionais
Casagrande se reuniu com os presidentes do PP, deputado Marcus Vicente, Jorge Silva, presidente do PHS, e os deputados Paulo Foletto (PSB) e Norma Ayub (DEM), todos candidatos a reeleição. (Foto Agência Congresso)
BRASÍLIA – O ex-governador Renato Casagrande (PSB) já começou a discutir com alguns presidentes regionais de partidos as possíveis alianças que poderão ser firmadas para as eleições proporcionais deste ano.


Casagrande se reuniu com os presidentes do PP, deputado Marcus Vicente, Jorge Silva, presidente do PHS, e os deputados Paulo Foletto (PSB) e Norma Ayub (DEM), todos candidatos a reeleição. 


A conversa, no entanto, girou mais em torno de quantas vagas cada coligação pode obter, do que sobre o apoio dos partidos aos candidatos ao Palácio Anchieta.


Praticamente todos os dez deputados federais são candidatos a reeleição, e cerca de 13 outros nomes -entre deputados estaduais, ex-prefeitos e secretários – tem chances de vitória para a Câmara Federal.


Segundo cálculos do deputado Jorge Silva, presidente do PHS, serão pelo menos 23 nomes disputando com chance às 10 vagas federais.


Mas a vitória de cada um vai depender das coligações que forem firmadas. Para garantir a primeira cadeira na Câmara, calcula-se que serão necessários pelo menos 170 mil votos, do partido ou coligação.


E quem tiver menos de 50 mil votos, individualmente, dificilmente será eleito. Com o presidente do SD, deputado Carlos Manato, Casagrande também conversou mas reservadamente.


Manato não descarta aliança com o governador Paulo Hartung, já que o deputado Amaro Neto (SD) pode concorrer ao Senado com apoio da máquina pública.




Dos dez ferais capixabas, dois estão com o ‘burro na sombra”, praticamente reeleitos, Sérgio Vidigal (PDT) e Lelo Coimbra (PMDB).

Vidigal já sairia da Serra eleito. E Lelo além do apoio do governo Temer, do qual é líder, tem ainda o apoio da máquina de Hartung. E em 2016 disputou a PMV.

Votação de cada um de 2014




Sergio Vidigal 1212



9.01% 161.744 Votos


Sergio Vidigal PDT foi o mais votado, no entanto, não foi o mais produtivo da bancada até 2017. Tem mais um ano de mandato.


Lelo Coimbra PMDB




Lelo Coimbra 1515



5.28% 94.759 Votos


Lelo Coimbra foi o segundo mais votado em 2014 para o terceiro mandato consecutivo. Bem articulado, atua mais nos bastidores.





Max Filho 4500



5.08% 91.210 Votos


Max Filho cumpriu apenas dois anos do mandato.Se elegeu em 2016 prefeito de Vila Velha e teve que renunciar à Câmara.





Foletto 4040



4.91% 88.110 Votos


Foletto é candidato a reeleição para o terceiro mandato. Mas vai depender da aliança que seu partido firmar.





Helder Salomao 1350



4.68% 83.967 Votos


Helder Salomão é do PT , partido que deverá ser rejeitado nacionalmente este ano, o que pode prejudicar sua reeleição.





Dr. Jorge Silva 9090



3.89% 69.880 Votos


Dr. Jorge Silva tem chances de sair eleito de São Mateus. Mas também depende da coligação que o PHS firmar





Evair de Melo 4343



2.72% 48.829 Votos


Evair de Melo do Partido Verde. Não é vinculado a partidos, mas pode surprender de novo. Cumpre primeiro mandato.




Manato 7777SD ELEITO POR MÉDIA

Manato 7777



3.77%  67.631 Votos


Manato é presidente do Solidariedade e nunca rema contra a maré. Tem chances de obter o quinto mandato




Givaldo 1320PT ELEITO POR MÉDIA

Givaldo 1320



2.84%  50.928 Votos


Givaldo é outro que será penalizado pelos erros do PT. Não se reelege. Pode sair para deputado estadual.




Marcus Vicente 1145PP ELEITO POR MÉDIA

Marcus Vicente 1145



2.54%  45.525 Votos


Marcus Vicente é presidente do PP e atua muito nos bastidores. Se aproximou do governo Hartung e apoia o governo Temer.





Norma Ayub 2500



3.62%  64.969 Votos


Norma Ayub (DEM) foi bem votada para a Câmara mas assumiu como suplente, após renúncia de Max Filho. Deve trocar de partido. Seu futuro político é uma incógnita.



FONTE: Agência Congresso

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